Goryeo Dynasty

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 Reclamação Divina

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Quione
Deuses Menores
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MensagemAssunto: Reclamação Divina   Qui Jul 23 2015, 15:26


Reclamação Divina

Seja reclamado


Foi decidido que, aos treze anos, todo semideus deveria ser reclamado por seus progenitores divinos. Tal fato acontece todos os anos, quase o ano inteiro, ao redor da fogueira do Acampamento. Os deuses fazem um holograma com seus símbolos sagrados (seja seu animal, seu fruto, flor ou arma) aparecer sobre seu filho. Estes são levados aos seus chalés e recebem seus presentes lá, passando a habitar seus chalés de direito enquanto permanecerem no Acampamento.

-x-
As reclamações serão feitas apenas mediante a ficha padrão do fórum. Esta, é claro, pode ser postada com template, cor, fonte diferenciada ou o que o jogador desejar, porém todas os campos devem ser preenchidos e de forma correta e esta deve ser postada aqui. Fichas preenchidas incorretamente ou postadas em outros lugares serão IGNORADAS pela moderação. Os três grandes reclamam seus filhos mediante a um teste mensal. Lembrando: esta ficha é para RECLAMAÇÃO DE PROGENITOR, não de GRUPOS EXTRA.

Citação :
Nome: Completo, sem abreviações
Idade:
Progenitor:
Motivo da Escolha: Sem motivos como "porque os poderes são bons", por gentileza.
Aparência&Personalidade: De seu personagem. Tente ser o mais completo possível.
Historia: Minimo de 15 linhas completas (sem template) ou 25 linhas (com template que altere tamanho da linha).
Presentes de Reclamação: Estes devem ser escolhidos dentre os de seu progenitor.




Vanilla @ ice
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André Campanhã

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MensagemAssunto: Re: Reclamação Divina   Qui Jul 23 2015, 17:21

t
Ficha

Nome Completo: André Campanhã

Idade: 16

Local de nascimento: New York

Progenitor: Thanatos


Motivo Da Escolha: Pois já tenho uma pequena trama que quero fazer para meu personagem, logo essa foi a melhor escolha para ela. Não tem mais muita coisa, acho que também foi até por querer e sem muito mais explicações, acho que e apenas por isso, não sei explicar mais.

Aparência e Personalidade :

Mediamente alto, cabelo curto em estilo topete de cor loiro escuro, olhos negros avermelhados, seu físico não e muito fraco nem muito forte, não e muito gordo nem muito magro, esta no intermediário. Sua pele e pálida e macia, deixando o com tom de “vampiro”.

Antipático, anti-social, porém não tímido, e o tipo de pessoa que tira o saro de tudo e esta pouco ligando se ira ferir as pessoas próximas. Muito sincero, muito mesmo, conta qualquer verdade mesmo que isso seja totalmente triste ou caso vá machucar um amigo ou até mesmo familiar. Calmo, geralmente evitando falar com os outros para não ter que ouvir suas idiotices e sofrer ouvindo a hipocrisia humana.

História:

A vida e triste e solitária, nunca confie em ninguém, caso confie, esteja preparado para o sofrimento, isso e o que André aprendeu já quando criança. Seu pai abandonou sua mãe após deixa la gravida, falou que ainda voltaria, porém ele nunca mais voltou para ela. Andrea finalmente teve seu filho, nomeou o de André, pois a lembrava do falecido pai dela. Aquele foi um dos momentos mais felizes da vida dela, mas algo muito feliz na vida dela não era complicado, para ela tudo era muito feliz, pois comparando com sua infância, nada era doloroso.

Andrea nunca pode ser uma mãe presente, afinal por não ter ajuda de um homem para pagar as contas ele tinha que deixar André com uma babá, uma péssima porém barata, e ia trabalhar em uma grande construtora, que até pagava bem.

A vida de André sempre foi acordar, estudar, ir para casa, assistir TV, olhar para cara da estupida baba, que não demonstrava o minimo de compaixão por ele, e dormir, ele nem podia ver a mãe, que sai antes dele acordar e voltava quando ele já estava dormindo.

---

-Droga mãe, nem me lembro quando você passou um dia comigo, faz quantos anos? 16?
-Filho, você sabe como e complicado, mas não se preocupe, prometo que vou tirar o domingo de ferias para sairmos juntos.
-Ok… - falou André desconfiado que seria mentira
-Agora fique quieto e obedeça a Olga
-Ok….
-André, venha tomar o café! rápido - gritou Olga irritada
-Tchau mãe
-Tchau filho

André foi até a cozinha e comeu o pão com manteiga e a xícara de café que Olga havia posto na mesa.
-O café já esfriou! você e uma perdição - Falou Olga desaprovando
-Pode me deixar em paz e ir fazer suas coisas? agradeço
-Sem educação, sorte do seu pai que o largou!
André levanto derrubando a xícara de café, olhava furioso a Olga que dava uma risada maldosa.
-Retire isso sua velha baranga!
A expressão de Olga mudou, a risada sumiu e ela olhou com desprezo.
-A verdade doí? seu pai fez bem em te abandonar!
-Velha demente, você vai ver!
André estava quase dando um soco nela, porém pensou bem e abaixou a mão, sem olhar para traz foi dormir um pouco em seu quarto.

-Haaa - espreguiçou André - esse sono ao menos limpou minha mente
André desceu para ver como estava a velha baranga, porém se assustou com o silêncio logo nas escadas, geralmente ela fazia muito barulho e resmungava sozinha. Quando ele chegou no último degrau se desparrou com a velha morta e com uma faca em seus peito, ele ficou feliz, e triste ao mesmo tempo, era como se aquilo não tivesse muito significado. André ligou para sua mãe e e explicou tudo, em choque ela o deu um endereço e falou para ele ir ao local, caso a policia aparecesse ele seria o culpado, ela prometeu que explicaria tudo depois.
-Mamamas eu não posso dirigir!
-Isto pouco importa! vá agora, logo eu me encontrarei com você.


*O final sem explicação e proposital pois pretendo desenrolar isso na minha trama e tals"

Créditos
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Taejo Wang Geon
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MensagemAssunto: Re: Reclamação Divina   Qui Jul 23 2015, 17:52

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Analise de Ficha


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ANDRE

*Status: Aprovado
*Notas:
só pq to de bom humor
Bem vindo, filho de thanathos



Nome do deus aqui


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Vittorio di Fiori

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MensagemAssunto: Re: Reclamação Divina   Sex Jul 24 2015, 15:16


Vittorio di Fiori

Nome: Vittorio di Fiori
Idade: 17 anos
Progenitor: Nyx
Motivo da Escolha: Nyx é uma deusa fascinante, possui uma história incrível e representa bem meu personagem
Aparência: Vittorio possui uma estatura alta e magra, seu cabelo é negro e liso, e um pouco revolto. Seus olhos não possuem uma cor muito fixa, já que varia entre castanho esverdeado e o preto, ele tem um olhar intenso e misterioso. Seu nariz é o que mais chama atenção no seu rosto, é um pouco grande mas nada exagerado, cai-lhe perfeitamente e com harmonia. Os lábios são finos e levemente avermelhados, sua expressão tem um ar apático e entediado.
Personalidade: Vittorio não é a pessoa mais bem humorada do mundo, pelo contrário, vive resmungando e dizendo o quanto sua vida é entediante. A primeira impressão que temos dele é que é um garoto ranzinza e mesquinho, mas no fundo ele só quer afastar as pessoas e não se apegar a ninguém. Tem mudanças drásticas de humor, e age rudemente quando isso acontece, sem ligar para o que as pessoas vão pensar.
Historia:
  Vittorio cresceu numa pequena aldeia, localizada nos alpes italianos. Ficou órfão muito cedo e foi criado por suas tias, que faziam parte de um clã de bruxas, adeptas da Stregheria - ou a antiga bruxaria da Itália. Era o único garoto entre todas aquelas mulheres, que o criaram com grande carinho e apreço. Mesmo estando cercado por pessoas que o amavam, ele sentia que algo estava faltando e que elas escondiam isso dele.
 Certo dia, acabou sendo acordado no meio da noite, com os gritos de suas tias. Confuso, seguiu o barulho e acabou sendo levado até um monte descampado e cercado por árvores, local onde o clã se reunia para celebrar a fertilidade e honrar a deusa Diana. Mas naquela noite, havia algo diferente, o ar estava pesado e o chão estava banhado em sangue. Sentiu sua pressão cair e sua cabeça girar. Mas o que diabos está acontecendo? Pensou, olhando ao seu redor e percebendo duas bolinhas brilhantes ocultas pelas árvores. Olhou com mais atenção, e se deu conta de que eram olhos. Ele estava sendo observado. Algo o alertava sobre aquilo, um instinto de sobrevivência o mandava sair dali o mais rápido possível e foi exatamente isso que ele fez.
 Suas pernas doíam e sua boca estava seca, o garoto não tinha a mínima noção do que estava acontecendo e resolveu parar para tentar descansar e colocar seus pensamentos em ordem. Tudo foi muito rápido, e estranho. A paisagem ao eu redor havia desaparecido e dado lugar a escuridão, fria e vazia, olhou para o alto e viu vários pontinhos brilhando, pareciam as estrelas, e ao mesmo tempo não pareciam ser estrelas. Deu alguns passos, notando uma silhueta no horizonte, que tomava forma aos poucos, estava se aproximando. Uma corrente elétrica percorreu seu corpo quando a reconheceu, era uma completa desconhecida, mas possuía algo familiar para Vittorio. Cobria-se com um manto negro e possuía longas asas reluzentes e quando ela o olhou, o garoto soube perfeitamente o que fazer. Fugir.
Presentes de Reclamação: Nightly
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Quione
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MensagemAssunto: Re: Reclamação Divina   Sex Jul 24 2015, 18:27

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Analise de Ficha


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Vittorio Di Fiori

*Status: Aprovado
*Notas: Sua ficha poderia ter sido BEM melhor, o fim da sua história ficou um pouco vago na minha opinião. Mesmo assim...

Bem vindo, filho de Nyx



Quione


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Wolfgang Adam Böhm
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MensagemAssunto: Re: Reclamação Divina   Sab Jul 25 2015, 11:33




ficha de reclamação


Nome: Wolfgang Adam Böhm.

Idade: 15 anos.

Progenitora: Éris.

Motivo da Escolha: Sempre tive uma queda por deuses obscuros. Gostei das esferas de poder que Éris abrange e creio que tornar-me sua prole garantirá uma personalidade mais coerente com o que planejo para o personagem. Quero tornar-me seu filho para poder adquirir tais características como um ser que causa medo e leva a morte aos seus inimigos, e deixar minha mãe orgulhosa de mim..

Aparência&Personalidade: Uma olhada rápida para meu rosto indica uma face de suave queixo quadrado e irônicas sobrancelhas, que abrigam um par de olhos castanhos, expressivos e irrequietos, e um nariz reto e fino. Procuro manter o espesso cabelo castanho-claro curto ou, em corte mais comprido, solto em seus pequenos cachos, sem atrapalhar sua visão de tudo que me cerca. As maçãs do meu rosto são altas, dando-lhe um aspecto altivo e inteligente. Minha boca é talvez o atributo mais atrativo; um par de lábios finos que quase nunca enquadram um sorriso, mas quando é o caso, sempre é um meio sorriso irônico e irritante.
Não sou possuidor de uma compleição física robusta. Pelo contrário, sou esguio e ágil, mas minhas habilidades não devem ser contestadas levando em conta apenas a constituição física. Tenho cerca de um metro e oitenta e cinco de altura e peso 75kg, sendo portanto, magro e alto, mas com músculos longos que garantem certa força.

A primeira certeza que pode ser dita me observando é que você nunca vai me ver expondo algum medo para terceiros. Sou reservado e aprendi a manter as pessoas longe, a não ser que aproximar-se delas for me trazer algum benefício futuro. Gosto de utilizar ironia e sarcasmo quando sinto que estou em uma posição superior a quaisquer pessoas; mas se esse não for o caso, prefere ficar em silêncio, observador.
Tenho uma visão muito analítica de ações e consequências; mas isso não me impede de agir sem pensar, levado por meus impulsos e instintos. Quando tomado pela raiva, sou famoso por ser uma pessoa de ações incoerentes e fala ferina e ofensiva. Deixo-me levar por meus desejos e gosto de fazer o que me dá vontade - seja moral ou não.

História: Saber quem eu sou? Nunca soube muito bem. Mas eu nunca fui normal. E talvez nunca venha a ser.

Tenho quinze anos, mas sempre fui tratado como se tivesse dez. Meus pais me super-protegem. Eu tinha uma melhor amiga.  Nasci na cidade de Berlim, Alemanha. Morava em Middlesbrough, o distrito mais populoso de Teeside, região nordeste da Inglaterra. O que fazemos aqui? Nada. Eu detesto tudo isso. Ou detestava, até descobrir que meu sangue cheira diferente, que minha melhor amiga era uma lâmia e que eu sou extremamente procurado por tipos estranhos de pessoas (para não dizer monstros, você poderia não acreditar nisso). Naturalmente, eu não me surpreendi com o fato. E aí você me pergunta: por quê? Bom... Lá vamos nós.

Eu nunca fui um bom garoto. Nunca me enturmei com muitas pessoas, aliás, eu nunca me enturmei com ninguém. Também não era bom aluno e bom filho, então, nem me fale. De cada dez professores, onze reclamavam que meu comportamento era implosivo, reservado e que meus pensamentos eram dignos de um psicopata. A diretora me chamava de estranho. Os meninos da escola, ginastas e esportistas adorados pelas garotas e pelos professores, diziam que eu não passava de um grande azar, daquele tipo que atrai tudo de ruim. Meus pais, coitados, tentavam ver o lado bom do meu nascimento. Mas, confesso, não havia lado bom.

Sempre espalhei sentimentos ruins por todas as cidades em que passei e, acredite, eu já passei por muitas. Por minha causa, meus pais até pensaram em mudar-se para Yakutsk, Sibéria Oriental, a cidade mais fria do mundo! Felizmente, eles concluíram que o frio não ajudaria em nada no meu processo de "fazer novos amigos e ser o queridinho (e parar de destruir todas as coisas no meio do caminho, parar de assustar as pessoas com o meu comportamento, me vestir melhor...)". Graças a Deus! Digo, aos Deuses, atualmente. Graças a seja lá o que for. Eu adoro o frio, mas vinte graus negativos? Por favor. O que os fez mudar de ideia, é a questão. A resposta? Tem nome e sobrenome: John Travellers.

John Travellers foi o sem noção que esbarrou no meu capuccino recém feito. Foi também o sem noção que arrancou uma espada e revelou patas de bode (sim, bode) quando minha melhor amiga lâmia tentou me devorar. Foi ele, para a grande surpresa de todos, que me raptou com ordens vindas do além (ou do céu, ou de qualquer um desses lugares), sem me dar a oportunidade de levar pertences pessoais, celular, mp3, qualquer-tipo-de-tecnologia-chama-monstros. Foi quem me jogou uma adaga gritando "mire nos olhos, Adam, bem nos olhos", quando nos deparamos com quimeras bonitinhas em Manhattan. E também quem me disse "apenas se mantenha na grama" quando uma cobrinha de sete, nove, duzentas, sei-la-quantas-mas-muitas, cabeças resolveu brincar de caça aos ratos (nós éramos os ratos).

John Travellers, e apenas ele, foi quem me disse com todas as letras, embaixo da chuva, lambendo as mãos sujas de capuccino e me perguntando se eu ia comer o copo, que eu faço parte de uma espécie diferente. Espécie para qual a sobrevivência em lugares comuns é perigosa, mortal, praticamente impossível, adjetivos-que-intensifiquem-a-situação: eu sou um semideus. E, estando nessas condições bem empolgantes (e quando falo empolgantes, estou sendo irônico), me disse também que havia somente um lugar na face da terra (John sempre foi exagerado) onde eu estaria em segurança: o Acampamento Meio-Sangue.

É aqui, no meu porto seguro, vulgo Acampamento Meio-Sangue, ao redor da fogueira, que espero ser reclamado por algum dos Deuses lá de cima. Sim, eu sei... Há por aí uma espécie de lei divina que os obriga a reclamar seus filhos com treze anos de idade, mas parece que alguém se esqueceu de cumpri-la. Paciência...

Presentes de Reclamação: Discord. Irritancy. Bone of Contention.

valeu @ carol!

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Quione
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MensagemAssunto: Re: Reclamação Divina   Sab Jul 25 2015, 12:33

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Analise de Ficha


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Wolfgang Adam Böhm

*Status: Aprovado
*Notas: Gostei da sua história, a leveza no qual descreve os fatos. Continue assim e será um grande campista.

Bem vindo, filho de Éris



Quione


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Allycia Damian Lanceloth
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MensagemAssunto: Re: Reclamação Divina   Seg Jul 27 2015, 18:27

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Idade - 16 anos

Progenitor - Hefesto

Motivo da Escolha - Pois bem, eu poderia ter escolhido entre vários outros deuses, talvez Ares ou até mesmo Hermes, mas a que eles me levariam? Bem, exatamente em lugar nenhum a meu ver já que ser uma bela brigona ou uma simples ladra não sejam bons caminhos para seguir, mas então, quem eu deveria escolher? Afrodite? Atena? Zeus? Não, não, vamos optar por algo mais exótico pra mim…Sim! Hefesto é a minha opção da vez, mas por qual razão? Talvez pelo fato de ser um deus de poucas escolhas entre os campistas ou pelo fato de minha pequena paixão por criar coisas inimagináveis.

Aparência – A pele clara dá um destaque mais do que desejável para os cabelos ruivos e para as pequenas sardinhas do rosto, os olhos verdes que traz a sensação de estar próximo do mar sempre me deram um tanto de trabalho, as vezes por causa da incerteza de que eles demonstram ou até mesmo pelos sentimentos que raramente transpassam. Os lábios vermelhos... Ah esses lábios vermelhos têm histórias e mais histórias pra contar, mas normalmente servem para distrair aqueles que um dia já se atreveram a tentar algo com eles enquanto eu simplesmente fugia ou os deixavam no chão. Talvez os meus 1,67 de altura não sejam o suficiente para muita gente, mas se juntarem com a força que se esconde nos meus pouco mais de 58 quilos provavelmente mudariam de ideia em relação a minha “fragilidade”

Personalidade - Sou alguém de poucas palavras pois desde muito nova fui ensinada que ouvir pode lhe trazer mais vantagens do que falar já que nunca se sabe quando alguém pode se voltar contra você, no geral não sou de ter muitos amigos por conta disso ou por ser alguém de temperamento forte… Pois é, digamos que eu seja alguém mais explosiva do que as outras pessoas, mas não me culpem por favor, tive uma criação complicada.
Mandona, estrategista, orgulhosa, ambiciosa e decidida são adjetivos que pode me resumir muito bem, além do fato de ser um alguém que consegue aprender as coisas muito rápido e ter conhecimentos vantajosos em temas muitos temas.

Historia – Quando mais nova perguntei para Marie sobre quem eu era e ela me respondeu que não era ninguém, ninguém que merecesse atenção ou que valesse a existência, mas eu sempre soube que não era verdade, algo tentava gritar dentro de mim quem ou o que eu era de verdade e talvez por isso que minha vontade de descobrir minhas origens nunca fora morta pelos insultos e descrença da mulher que até então vinha me criando. Não, não era a minha mãe biológica e também não tinha certeza de que se travava de uma mãe adotiva, a palavra “mãe” não servia para descrever Marie, mas isso realmente já não vem ao caso, porém, continuo agradecida por ela ter me alimentado e dado abrigo por quase toda a vida. Você deve estar se perguntando da minha mãe não é mesmo? Tudo que sei dela é que era uma mulher muito bonita e dona de uma voz capaz de encantar até os deuses... Digo que é tolice esse exagero, desde quanto deuses se relacionavam com mortais ao ponto de se encantarem por uma?! Bem, eu fiquei pensando assim por muito tempo até os dias atuais onde descobrir que além de se encantarem, os deuses procriavam com os meros mortais e de uma dessas histórias loucas eu nasci. Não, eu não sou louca, sou realmente filha de um deus, metade deusa e metade mortal ou, como os antigos diziam, uma semi-deusa.
Me diga, ficou curioso para saber como é que eu acabei chegando a essa revelação? Pois eu vou lhe contar desde o princípio…

OBS: Vai ser refeita e.e

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By Flawless
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Afrodite
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MensagemAssunto: Re: Reclamação Divina   Seg Jul 27 2015, 23:56




Analise de Ficha






Allysa

*Status: Aprovado
*Notas: Então apesar de falar pouco, você se mostrou firme em suas palavras, gostei de como desenrolou sua narrativa, mostra que tem futuro para ser uma excelente campista, parabéns.



Bem vindo, filha de Hefestos




Afrodite


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Reik



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MensagemAssunto: Re: Reclamação Divina   Ter Jul 28 2015, 20:16

Citação :

Nome: Carter Horton
Idade: 19 anos
Progenitor: Herácles
Motivo da Escolha: Hércules ou Herácles sempre foi meu herói favorito da mitologia grega, as aventuras dele são muito tops.
Aparência: Cabelos castanho escuro e arrepiados, olhos de cor verde escuro, cor de pele clara(não muito) e um cavanhaque mediano no rosto.

Personalidade : Carter tem uma personalidade um pouco forte, falando o que pensa não importando o momento ou a pessoa, ele odeia os covardes e adora se meter em confusões com um espírito "aventureiro".

Historia:A criar


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Clary Deodatto
Filho de Afrodite
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MensagemAssunto: Re: Reclamação Divina   Seg Ago 10 2015, 18:31

Nome: Clary Deodatto
Idade: 15 anos
Progenitor: Afrodite
Motiva da escolha: Por me identificar com esta deusa e também por admirá-la!
Aparência&Personalidade: Meu corpo é um pouco esguio na medida certa, dotado de curvas e muito bem definido. Meus seios são fartos. Meu quadril e minhas pernas são de volume mediano, o que é ótimo por que assim não fica estranho com minha cintura fina!
Já meu rosto tem traços femininos e sensuais, mas quase angelicais! Os meus lábios são naturalmente rosados e carnudos. Meus olhos são azuis na maior parte do tempo, mas às vezes parecem acinzentados. Meu cabelo é de comprimento médio e tonalidade dourada, como ouro. Minha pele alva, mas costuma estar sempre ao menos um pouquinho bronzeada.
Raras são as vezes que me pareço fisicamente com uma garota de doze anos.
Historia: Era uma noite tempestuosa e todas as janelas da mansão Deodatto estavam trancadas para impedir a entrada da chuva que danificaria os móveis caros que mobiliavam a bela e gigantesca mansão de um advogado em constante ascensão. Aquela era uma das maiores mansões de toda Manhattan, e pertencia agora á John Deodatto, filho de um importante advogado que morrera há dois anos. John não só havia herdado a empresa de advocacia de seu pai, mas também os seus estabelecimentos.
Agora, John era dono de basicamente a metade de Manhattan, e não fazia mais de dois meses que conhecera Afrodite, uma mulher tão bela que lhe atraíra desde o primeiro segundo em que seus encontraram o magnífico rosto angelical de Afrodite. Era a mais bela de todas que já havia visto em toda sua vida.
Logo ele se apaixonou pela mulher e pretendia casar-se com ela. Ter uma vida, filhos... Uma história clichê, mas feliz e bela a qual seria banhada de luxo. Que mulher não iria querer, afinal!?
Afrodite então engravidou pela primeira vez e John não poderia ter ficado mais feliz, mas a mulher parecia-lhe estranha. Como se houvesse algo errado naquilo, e realmente havia.
Afrodite lhe revelou que era uma deusa grega uma semana antes do nascimento da criança que carregava em seu útero. Inicialmente, John pensou que sua amada estivesse louca! E ele lamentou por isso, mas foi surpreendido com as demonstrações dos poderes da deusa do amor e da beleza... Isso o encantou, mas a felicidade e encantamento se foram quando ela lhe revelou que teria de ir, e que quando fosse, John precisaria cuidar de sua filha.
O homem relutou! Ele alegou que poderia viver com isso, afinal, eles conviveram todo esse tempo... mas a verdade é que isso iria muito além do querer e poder da bela deusa.
Ela lhe deu instruções, lhe explicou tudo que deveria ser passado para a filha do casal... Afrodite disse ao homem que a menina depois de certa idade, preferencialmente quando jovem, deveria frequentar o Acampamento Meio-Sangue nos verões. Um acampamento para gente como ela, onde poderia conhecer alguns de seus meios-irmãos e também outros semideuses. John disse que sim, que a educaria para isso... mas ele não o fez.
Afrodite se foi no mesmo dia em que a criança nasceu. Uma menina que John nomeou de Clary e a criou com todos os mimos possíveis. Não havia nada que Clary não pedisse e ele não lhe dera, não havia uma só coisa que ela pedia e não tinha no dia ou na semana seguinte.
Não havia ninguém que não elogiasse sua beleza ou sua educação. Várias vezes apareceu em revistas locais, mostrando o quanto uma menina poderia ser bela e vaidosa antes mesmo de aprender à ler ou escrever.
E foi assim por cinco maravilhosos anos, apenas ela e seu pai. Toda a atenção era voltada para ela. Tudo era simplesmente para ou por Clary. Ela era a princesa da mansão! Até seu pai casar-se com Georgina, uma mulher que apesar de divertida e que sempre tentou aproximar-se de Clary das melhores formas, ao ponto de vista da semideusa, Georgina ainda era uma intrusa que alguns meses depois, deu vida a outra intrusa. A meia irmã de Clary.
Mesmo com Georgina em casa, Clary jamais descobrira o que é ter uma mãe! Por mais que Georgina tentasse aproximar-se e por mais que Clary tivesse essa curiosidade, ela queria a sua mãe, e não uma mulher que se casara com seu pai.
À medida que os anos passaram, ela desistira de tentar descobrir quem era sua mãe. Sempre que perguntava seu pai com tal questionamento, ele dizia que não queria falar sobre ou simplesmente desviava o assunto para outro e a semideusa fingia não perceber. De certa forma, tinha até raiva da mãe por ela ter a deixado.
Ao passar dos anos, Clary cresceu e assim, mostrou-se cada vez mais bela e sua beleza que antes era infantil tornou-se simplesmente perfeita! Um belo corpo torneado e cheio de curvas graças ao balé e todas as horas de exercícios na academia. Um rosto de traços angelicais e delicados como as pétalas de uma rosa. Seus lábios carnudos e rosados... Clary era simplesmente o estereótipo de garota perfeita que muitas matariam para ser. E ela sabia bem disso.
Clary então não era apenas uma bela jovem, mas era também a mais bela e popular da escola. A garota que todas queriam ser e que todos os garotos queriam ter, alguns até conseguiram por uma noite ou duas, mas nada mais que isso. A capitã das líderes de torcida que tinha a simpatia de todos os professores e professoras. Tinha as melhores festas, as melhores fotos e organizava todas as festas escolares! Estava sempre a frente de tudo e todos, e não havia uma só pessoa que fosse capaz de derrubá-la, e a lista dessas foi grande!
Ela era simplesmente a abelha rainha da escola e a princesinha do papai. E estava muito feliz com isso é claro...
Até o dia em que tudo que ela devia saber há anos fora revelado.

♥♥♥

O quarto era um belo e arrumado lugar com um enorme lustre dourado pendurado bem no meio do teto bege e paredes brancas com prateleiras em tons de lilás e rosa claro, prateleiras que sustentavam livros e porta-retratos com fotos de toda sua vida desde sua infância. Fotos tiradas com seu pai, algumas com sua melhor amiga Isabella que agora já deveria ter chegado a Paris para visitar a mãe como fazia em todas as suas férias de verão, uma foto com sua irmã de dois anos atrás que havia sido obrigada á tirar na casa de campo da família, entre outras fotos com seus segundos melhores amigos e amigas. Á direita do quarto, uma porta que levava ao banheiro privado da jovem, um lugar de decoração bege e dourada. Á esquerda o maravilhoso closet, sonho de qualquer adolescente com todas as últimas tendências da moda e as melhores roupas de grife do mundo. Logo ao lado da porta do closet, uma penteadeira branca com três espelhos retangulares, os das pontas inclinados para o meio e o do meio virado diretamente para que quem se sentasse na cadeira acolchoada da penteadeira. Ao lado da porta do banheiro, uma escrivaninha com porta lápis guardando alguns lápis e canetas e logo ao lado, o notebook fechado ao lado do IPhone 6 que havia acabado de ganhar de seu pai.
A parede do outro lado do quarto era de vidro e possuía cortinas brancas de ceda que desciam do alto da parede até o chão cobrindo as cortinas que ficavam entre a de ceda e a janela de vidro e que serviam para impedir a entrada da luz diurna. A cama era mais afastada da parede de vidro com um criado mudo branco de cada lado acompanhado de um abajur, ao pé da cama dois pufes circulares e fofos brancos e um no meio dourado, todos cobertos com tecido de veludo e sobre o extenso tapete de pelos negros que cobria todo o solo do quarto. Os pufes e a cama eram virados para a TV branca de última linha presa a parede, e na distância entre está e os assentos fofos, uma mesa de vidro sem nem mesmo uma marca.
Mas era na bela cama de casal forrada com lençóis caríssimos que Clary encontrava-se embargada em um sono tranquilo. Entre o edredom e os lençóis, Clary pouco se movia, e por isso a cama quase não estava desorganizada. Safira, sua gatinha de estimação dormia pesadamente aconchegando-se no edredom macio logo acima dos pés da jovem. Seu sono leve fora então interrompido por quatro batidas na porta.
Clary abriu os olhos e fitou apenas as sombras dos móveis no escuro. Sentou-se na cama e o movimento despertou Safira que saltou para os pufes aconchegando-se ali. Ainda sonolenta, a semideusa ajeitou a blusa de ceda com alças finas e parte do short do mesmo material de ceda rosada. Juntas aquelas peças montavam seu pijama favorito.
Deslizou os dedos pelos fios dourados os alinhando antes de coçar a garganta e dizer em um tom ainda um pouco sonolento:
– Pode entrar.
A porta se abriu e a mão destra de John deslizou pelo interruptor ao lado da porta.
Clary tapou os olhos, pois as luzes repentinas fizeram com que dessem uma pontada de dor pela troca repentina de iluminação. Ela espiou por entre os dedos.
– Desculpe. – John sorriu levemente. Ela assentiu e lentamente abriu os olhos novamente tirando as mãos da frente, agora eles haviam se acostumado com a claridade.
Ela reparou que seu pai ainda não havia se trocado. O hobby masculino confeccionado com ceda negra cobria seu tórax e parte de suas pernas. Ele então sorriu e aproximou-se beijando a testa da jovem.
– Bom dia. – Ele disse.
– Bom dia, papai.
A garota disse rouca e sorriu para o pai que agora, havia sentado ao seu lado na cama.
– Preciso conversar com você, Clary...
O tom de John foi sério. Depois de quinze anos, ele havia chegado á conclusão que era hora de Clary saber a verdade sobre si mesma. Sobre seu passado, o que era... Ele não podia mais negar isso! E ela merecia saber.
– Pode falar... – Ela disse agora estranhando o tom do pai.
– Você sempre perguntou quem era sua mãe... E eu sempre desviei, é uma coisa complicada... mas... quer mesmo saber?
Ela assentiu e voltou o corpo ao pai. Finalmente saberia quem era sua mãe, seu passado. A dela sumira, e a curiosidade tomara conta. Passara seus quinze anos imaginando quem seria, o quanto dela havia em si... E agora ela tinha a oportunidade de saber.
O homem respirou fundo.
– Diz logo, papai! – Clary pediu claramente ansiosa, afinal, era sobre sua mãe, uma mulher a qual jamais haviam realmente falado.
– O nome dela é Afrodite.
A garota uniu as sobrancelhas e fez uma careta.
– Afrodite como a deusa Afrodite?
Nome estranho. Pensou.
– Não como a deusa, – ele disse a corrigindo – ela é a deusa...
– O quê?! – Ela interrompeu o pai.
O tom de sua voz saiu mais alto do que pretendia, mas estava preocupada demais em tentar respirar para perceber isso. Papai está louco? Andou bebendo? Como assim minha mãe é uma deusa?! Eles nem mesmo existiram... ou existiram? Perguntava-se mentalmente.
Seus pensamentos tornaram-se altos e por isso ela massageou as têmporas e assim deslizou os dedos pelo rosto o esfregando.
– A deusa grega – ele completou.
– Como assim?
Perguntou baixo. Seus olhos ardiam, ela queria chorar, mas não sabia ao certo o motivo. Sua cabeça parecia um emaranhado de linhas, completamente bagunçada com seus pensamentos enquanto em sua garganta, havia um nó.
John pôde ver perfeitamente a confusão da filha e então a puxou para um abraço onde a loira se encolheu.
– Quando a conheci eu não sabia – começou. – Descobri quando ela engravidou... Afrodite disse que havia uma regra que impedia os deuses de viverem com suas proles e por isso precisou ir. Eu prometi a ela que iria te criar sabendo disso, mas eu não sabia como.... Agora chegou a hora de você saber e de você conhecer outros como você...
– Outros como eu?
Sua voz era um sussurro falho.
– Outros semideuses – ele sussurrou. – Ela disse que há vários, filhos e filhas dela ou de outros deuses.
– Como vou conhecê-los? – Perguntou baixo. – Como posso achá-los?
Queria realmente saber mais sobre si mesma, sobre sua mãe... sobre esse mundo que acabara de começar a ver e assim, uma pontada de curiosidade surgiu em seu peito. Ela precisava conhecer mais!
– Vai conhecê-los no acampamento meio sangue... – Ele disse baixo. – É para onde vou levá-la hoje.
– Mas... – Iria protestar, mas do que lhe adiantaria? Viveria na curiosidade em saber mais sobre sua mãe e até mesmo, sobre si mesma.
Fazia uma semana que seu pai lhe falara de um acampamento para o qual a levaria, mas não dissera qual seria. Agora fazia sentido.
– Tudo bem... – Ela disse enfim. Havia concordado.
O homem segurou o queixo da filha gentilmente e a olhou nos olhos.
– Vai ficar tudo bem, minha pequena – ele disse baixo e aquelas palavras lhe deram certo conforto. – Eu prometo. Agora se arrume, partiremos em breve.
O homem deixou-a sentada sobre a cama quando saiu do quarto.
Clary levantou lentamente e ela olhou para as duas bagagens ao lado da porta. As suas bagagens que havia arrumado animadamente no dia anterior, pensando que o acampamento antes citado seria um acampamento para meninas ou algo ligado á moda. Seus olhos ardiam, mas ela se recusava á chorar.
Caminhou para o banheiro e então colocou a banheira para encher jogando sais de banho e espuma antes de entrar na mesma com o cabelo já preso em um coque frouxo preso com o próprio cabelo.
Abraçada ás pernas, tentava processar tudo aquilo. Era muito para sua cabeça. Sua mãe ser uma deusa, isso queria dizer que ela era uma semideusa! Mas explicava muita coisa... Como por exemplo o fato de conseguir tudo o que queria graças á sua beleza incomum. Explicava o motivo de ela ser tão boa em transformar correntes e cortas em armas com as quais conseguia pegar o que estivesse ao alcanço de tais objetos e sentir como se fossem parte de seu corpo. Quase como um segundo braço.
Ela olhou para o teto e suspirou pesadamente. [...]
Em duas horas, ela já estava no carro com seu pai e agora, sete horas depois, o carro parou em frente á uma colina alta. A garota inclinou o corpo e olhou para cima voltando os olhos ao pai.
– Por que paramos?
– Por que chegamos...
Ela o olhou surpresa e então voltou os olhos a colina. O motorista saiu e abriu a porta para a garota que saiu do carro equilibrando-se sobre os saltos agulha das botas over cujas quais seus cantos chegavam na metade das coxas torneadas da loira. Apenas um pequeno pedaço da pele de suas coxas ficava exposto, apenas entre as partes onde as botas terminavam e os shorts curtos de couro também negro começavam subindo até sua cintura fina e escondendo parte da blusa branca justa com decote retangular sobre o peito. No pescoço, uma corrente fina prateada com um pingente de coração feito de diamante negro que ficava logo abaixo de seus seios.
Seus dedos apertaram a barra da jaqueta de couro negro e o ar de seus pulmões mais uma vez pareceu deixá-los por completo.
– Vai dar tudo certo. – Seu pai disse parando ao seu lado.
A semideusa o olhou. Ele estava com a bolsa sobre a mala de rodinhas e então, entregou a ela.
– Você não vai comigo?
– Não posso, – John beijou a testa da filha – mas estarei aqui no fim do verão.
A garota assentiu e então caminhou para a colina. Não tinha dificuldade em subir de saltos, menos ainda em levar sua mala. Olhou para trás por cima do ombro esquerdo:
– Eu te amo, pai – disse do início da colina.
– Eu te amo, minha princesa – ele respondeu.
Ela umedeceu os lábios e voltou a caminhar. Era hora de assumir quem era depois de ter passado tantos anos ignorando.
Depois de uma subida que seria cansativa para qualquer um que não tinha preparação física, ela viu o que lembrava um portal onde acima dele tinha a escritura “Acampamento Meio-Sangue”. Aquilo sim a impressionou. Nunca conseguira ler nada tão rápido por conta da dislexia. Devia ser ali... afinal, que acampamento comum ficaria numa colina?!
Era a hora e com dois passos, ela entrou no acampamento sendo fitava pelos que por ali perto estavam. Seu coração parou por segundos, e mais uma vez, depois de muito tempo, uma voz soou dócil em sua mente:
– Continue minha filha...
Era sua mãe. Pela primeira vez ela sabia quem era dona daquela voz e isso lhe deu um certo alívio.
– Eu sou uma semideusa – sussurrou para si mesma, agora orgulhosa do que era.
Presentes de Reclamação: End less Love
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Angel Brocklyn Yuudok
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MensagemAssunto: Re: Reclamação Divina   Seg Ago 10 2015, 19:24

Ficha de reclamação aliança





Nome: Angel Brocklyn Yuudok

Idade: Dezesseis (16)

Progenitor: Afrodite

Motivo da Escolha: Bem,sempre me interessei pelas historias gregas e sempre gostei muito desta cultura e de todos os deuses contudo sempre tem os preferidos.E dentre os meus preferidos esta Afrodite a deusa do amor.Bem,resolvi escolher ser filha dela pois tinha apenas um no grupo,pois acho que minha personagem tem haver com Afrodite e porque como disse ela era uma de minhas favoritas.Poderia ter escolhido qualquer outro ! Sim eu poderia mais não quis , eu escolhi Afrodite pois tenho meus motivos.E outra coisa que me encanta e que meu planeta favorito do sistema solar é vénus e na mitologia romana Afrodite era chamada de Venus.Bem para mim Afrodite é a melhor opção!

Aparência&Personalidade:

Aparência: Angel é uma menina de pele clara ,assim como a neve oque com certeza a torna uma garota pálida,oque faz combinar perfeitamente com seus cabelos de tamanhos medianos de coloração castanho, castanhos claros lisos perfeitamente belos e que combine totalmente com seu rosto angelical que esconde tantas coisa,hoo muitas coisas,os olhos da garota traz desejo para quem os fixa- de coloração castanha escura –traz ao mesmo tempo o desejo e uma paz,que as vezes deixam mostrar diversos sentidos e sentimentos.Os lábios rosados e delicados que escondem dentes branquíssimos , haa tantos segredos esses lábios rosados e delicados escondem,com certeza muitos segredos,e que atraem muitas pessoas,muitos lábios perdidos precisando de um parceiro precisando se juntar com alguém.Angel com certeza parece uma princesa certamente muito delicada do primeiro fio de cabelo ate a pontinha do dedinho do pê,com seus um metro e cinquenta e oito de altura a fazem uma garota digamos que sexy com o corpinho em perfeito estado digamos que um corpinho de modelo com cinturinha e tudo.entao oque me parece é que sou uma verdadeira princesa delicada quanto no tamanho quanto na beleza e na sensualidade que essa jovem não deixa de ter .

Personalidade: Grosseira,mau educada, mandona ... Vish , passou longe Angie é totalmente diferente. Uma garota doce,educada,fiel,fofa e encantadoramente simpática.Seu próprio nome diz , Angel uma garota totalmente angelical.Sempre fazendo amigos e encantando com suas palavras,sempre pensando bem antes de falar pois sabe que palavras podem machucar,sempre tentando ajudar os nessecitados e totalmente sonhadora Angel é assim tenta ser feliz com que tem e quanto oque não tem apenas tenta substituir.Amorosa...essa é a palavra que define a garota daria sua vida para alguém que amasse muito .Apezar de todos essas qualidades como todo ser humano Angel também tem muitos defeitos como a mentira e agressividade..Essa é Angel ...

Historia: Minimo de 15 linhas completas (sem template) ou 25 linhas (com template que altere tamanho da linha).

Angel ... Oque é Angel? Posso responder sua pergunta , Angel sou eu uma garota que tem um futuro a seguir ,uma garota com sonhos e com desejos e persistência. Apesar de não saber qual é meu destino sei que tenho um e sei que vou lutar por ele ! Passando por qualquer coisa que seja.

Minha vida ,bem , digamos que nunca foi grande coisa. Meus pais morreram em uma explosão da qual ninguém sobreviveu quando eu ainda tinha apenas três anos de idade a partir daí morei com meus avos maternos onde estou ate os dias de hoje,sempre fui a princesinha de meu avo mais para minha avo eu não era nada , nada era um zero a esquerda ate o dia em que recebi uma grana , uma grana muito muito alta da onde ela veio eu não faço a minima ideia,só oque sei é que ela chegou,minha avo sempre foi uma velha mexeriqueira interesseira que sempre me odiou mais não me importava contando que tinha meu avo que me amava e que cuidava de mim,mais quando meu avo morreu de uma doença cronica não me restava mais nada então antes de qualquer coisa me acontecesse na mão daquela velha eu fugi,sei la pra onde só sei que fugi,oque me pergunto ate hoje é como sobrevivi mais isso não interessa,a única coisa que sabia era que minha vida era uma grande merda.Estava chovendo e eu estava em algum lugar em que me protegesse da chuva,já fazia alguns meses que havia fugido ,me lembro que na primeira noite fui atacada por três homens que diziam sentir um desejo por mim achei aquilo nojento e consegui me livrar deles , depois daí fugi para uma floresta próxima por onde sobrevivi por meses.Mas tudo bem oque importava era que havia sobrevivido e não estive nunca sozinha estava com os seres de minha imaginação dando amora e carinho,bem vamos focar no que interessa,em uma noite de chuva estava dentro de uma caverna onde passei bastante medo quando um galho se quebrou do lado de fora da caverna bem oque importa é que a coisa do lado de fora era um ser de bem,na verdade havia sonhado em encontrar um daqueles,sempre desde criança amava historias gregas . E não podia acreditar que tinha um sátiro não podia acreditar,pois bem oque interessa é que eu tinha um sátiro é e depois de me explicar oque se passava me levou para o acampamento meio-sangue oque é claro me fez pirar porque era um sonho estar entrando em u mundo em que achava fantástico e amava.Chegando no local descobri coisas que nem imaginava sobre mim , como por exemplo que minha mãe não era minha mãe e sim uma deusa grega Afrodite , claro que amava minha mãe mais aqui entre nós ser filha de uma deusa é bem melhor,a deusa do amor e da sensualidade pois bem era tudo que eu precisava,de um lar e de ser filha de uma deusa.Bem a historia era a seguinte ,quer dizer a historia que foi contada a mim no acampamento era que meu pai havia sido seduzido por a deusa grega do amor ,mais com certeza ele queria,bem voltando aqui , assim eu nasci e fui parar nas mãos do meu pai oque não era tao ruim porque agradecia pelo meu avo ter cuidado de mim já não digo o mesmo daquela gralha velha que se dizia minha avo. Oque interessa é que eu era uma semi-deusa oque era excelente (dancinha da vitoria sou semi-deusa).Bem depois daí minha vida continuou e continua ... Então segure seus forninhos que tenho um destino pela frente...

Presentes de Reclamação:

Endless Love - É um chicote de duas pontas que possui espinhos em cada uma delas. Altamente resistente e elástico pode ser usado tanto de curta, como longa distância. Quando há um acerto significativo no oponente o mesmo perde parte de sua consciência, se apaixonando pela prole de Afrodite. Quanto mais acertos mais apaixonado fica. No início só irá sentir uma pequena tontura, até que se apaixone perdidamente e pare de lutar podendo até ajudar o semideus.[Efeito máximo ocorre em 4 turnos de ataques certeiros, pouco eficaz em semideuses com resistência o mesmo em monstros muito poderosos. Efeito dura 3 turnos.]

Love Machine - Um arco feito de ouro sagrado e adornado com esmeraldas. Possui ótima elasticidade e uma envergadura média. Na ponta de cada lado há uma esmeralda, onde é cravado a corda inquebrável do arco. É possível fazer golpes variados e complexos com o mesmo. Acompanha uma aljava de couro banhada em ouro sagrado que possuí adornos de diversas pedras preciosas. Nele é guardado flechas infinitas, com pontas de diamante afiadíssimas e inquebráveis. Se transforma em uma tiara ou um broche, dependendo do sexo do semideus;
Power of Love - Um escudo em tom rosa claro, feito de ouro celestial magicamente encantado com amor, se tornou rosa claro. Possuí uma imagem que se transforma na pessoa mais bela ao ver do oponente isso acaba o distraindo. É resistente a ataques físicos e é bem leve. Se transforma em um bracelete adornado de pedras preciosas;  






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Quione
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MensagemAssunto: Re: Reclamação Divina   Seg Ago 10 2015, 19:29




Analise de Ficha






Clary Deodatto



*Status: Aprovada
*Notas:
 Sua história foi mediana, nem tão boa nem péssima. Ao meu ver, tinha um erro meio gritante " mas às vezes" sendo que a crase não existe nessa frase, eu tomaria mais cuidado pois isso em um treino desconta xp.  
Você podia ter usado um template para deixar a ficha esteticamente aceitável ou então ter separado cada item pois ficou tudo junto e estranho. "Raras são as vezes que me pareço fisicamente com uma garota de doze anos." não sei se eu me confundi sendo que na idade do seu perfil está 13, no começo da ficha 15 e nessa parte 12 ou se está realmente confuso; não ponha tantos diálogos em seus textos, é desnecessário!


Angel Brocklyn Yuudok


*Status: Aprovada
*Notas:
Eu tomaria cuidado com essa quantidade de repetições, foram muitos Afrodite e Angel em uma pequena ficha, não vou me estender muito porque já dei dicas na avaliação da Clary.  
Bem vindas, filhas de Afrodite

❃ Atualizado ❃


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Rebecca Blanchard
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MensagemAssunto: Re: Reclamação Divina   Seg Ago 10 2015, 21:05


Nome: Rebecca Blanchard

Idade: 15 anos

Progenitor: Athena

Motivo da Escolha: Entre tantos Deuses que pudesse ser filha, eu escolhi a Deusa Athena, pois seu contos na mitologia grega sempre me interessaram e sempre a admirei muito, e acho que minha personagem é bem parecida com ela na personalidade.

Aparência: Tenho cabelo castanhos e normalmente comprido, olhos meio cinzentos que pode se dizer que são bonitos e um pouco atraentes, o meu corpo pode ser considerado atraente, já que tenho algumas curvas e um pouco alta.

Personalidade:
Sou bem quieta e tímida, quando conheço uma pessoa já sou mais animada e as vezes até irritante, mas quando for alguém que eu não conheço, as vezes nem falo nada, também sou esperta, adoro ler e então posso discutir sobre assuntos variados.

Historia: Rebecca era oriunda da populosa cidade de Boston, em Massachussets. Duncan, seu pai - um jovem moço de mais ou menos trinta anos, formado em arquitetura e paisagismo -, considerava-se um naturalista e vivia trabalhando em projetos arquitetônicos que contavam, sempre, com a presença da botânica. Quando seu pai estava em casa, Rebecca gostava de ficar com ele, mesmo que não tivesse muita interação, já que o homem vivia vendo e revendo seus projetos. A garota não entendia muito do via na papelada, mas achava legal e insistia para ficar junto do pai.

Sua vida nem sempre fora assim. No começo, quando tinha uns seis anos, Duncan era relativamente presente. Mas, ao passar do tempo, quando alcançou os onze anos, a menina conseguia ver o pai apenas de noite, quando este estava momentaneamente livre do trabalho. Ela não o culpava por ter um maldito trabalho que tomava tanto tempo, e não conseguia compreender o porque de um emprego desses ocupar tanto o homem. Rebecca gostava de conquistar o pouco tempo livre que o pai tinha, mas, quando isso era inviável, ela tentava substituí-lo pela babá Nany. Contudo, a cada ano que se passava, Duncan estava menos presente na vida de sua filha.

Quando algo acontecia na escola - como, por exemplo, as meninas da quinta série que viviam atormentando Rebecca - quem tinha de se passar por pai/mãe era Nany. Mas, tudo bem. Chegou uma hora que a menina tinha se acostumado com a ausência do pai, e, por isso, cogitava a ideia de que ele era apenas um parente próximo; sua verdadeira família era a babá. Todavia, mesmo assim, a jovem se abalava algumas vezes tanto pela falta do pai quanto da mãe.

Quanto mais tempo passava, menos Rebecca se importava. Chegou uma vez, que, aos doze anos, ela simplesmente não deu seu parecer em casa, o que, de fato, deixou o pai preocupado. Àquela altura, ela não ligava tanto para isso, já que sofrera pelo mesmo motivo por muito mais tempo. Influenciada por uma trupe de jovens rebeldes, Rebecca deixou-se ser levada por eles, e, primeiramente, adotou uma cor escura para a cabeleira. Teve, a partir de uma ideia besta de querer chamar a atenção do pai, incidentes escolares onde a garota simplesmente aparecia envolvida. Fora isso, Rebecca forçava-se, também, a tirar notas ruins, outra forma de ganhar tento de seu ocupado progenitor.

Repreendida pelo pai e por Nany, numa noite de quinta-feira, Rebecca decidiu fugir de casa. Juntou algumas coisinhas dentro da bolsa de couro e saiu correndo, como se pedisse um pouco mais de atenção dos dois adultos. A garota, seguida pelo pai e por Nany, quebrava qualquer esquina, distanciando cada vez mais de sua casa, seguindo um rumo ignoto. Ao chegar numa área pouco mais deserta, ela parou e apoiou-se numa parede qualquer para recuperar o fôlego.

Ofegante, Rebecca lutava para prosseguir na fuga imbecil, mas sua pausa dava tempo de seus perseguidores chegarem mais perto. Porém, quando estes atravessaram a rua, correndo, para apanhar Rebecca, alguma coisa estranha surgiu do nada. Na esquina oposta, uma silhueta enegrecida e portadora do que, aparentemente, eram incontáveis braços, rugiu. Duncan e Nany ficaram estáticos e se entreolharam. Pareciam entender o que era aquilo, diferentemente de Rebecca, que permanecia encostada na parede, imóvel e boquiaberta.

O chão tremia a cada passo que aquela coisa dava, aproximando-se da indefesa jovem. Imediatamente, Duncan pôs-se a frente da filha, mas como se fosse uma mosca, a criatura o atingiu com um dos centenas de braços, lançando-o do outro lado da rua, contra a vidraça de uma loja de pesca. Acompanhando o pai com o olhar, Rebecca viu uma vara trespassar o tronco do homem, ceifando-lhe a vida. Aquele momento, tudo de ruim chegava à mente da menina. Fora ela a estúpida menina que fugiu de casa para ganhar atenção. Fora ela a estúpida menina a causar morte do próprio pai. Fora ela a estúpida menina...

Antes que Rebecca pudesse concluir a penalidade mental pelo que acontecera, um clarão, provindo do alto de um prédio, iluminou toda aquela quadra, e, acompanhando por uma espécie de vush, fez o monstro sucumbir. Ela permanecia de olhos fechados, encolhida ao lado de uma lata de lixo. A babá estava largada na calçada, recostada num poste de luz, como se tivesse sido atirada para lá. Duncan, como dito, falecera com a vara de pesca no peito.

Um segundo clarão podia ser visto pela garota, mesmo tendo os olhos cerrados. Por isso, ela os abriu, deliberando litros e mais litros de lágrimas. Um sentimento violento a apedrejava, e a vontade que tinha era de se matar, para, enfim, encontrar o pai e ficar com ele pela eternidade, no céu. Mas algo a impediu de fazer isso. A sua frente, próxima da vala, havia uma bela moça, munida de um majestoso arco e trajada de vestes leves, soltas e branquíssimas. Um sorriso adornava seu jovial rosto, fazendo com que Rebecca se sentisse um pouco melhor, a troco de nada. Ao fazer uma avaliação física na donzela, Rebecca pôde ver, atrás daquela, outras duas moças - só que menos bonitas do que a primeira.

O diálogo foi rápido entre as garotas, que facilmente reconfortaram Rebecca. Mas, ainda assim, ela tinha acabado de perder o pai. Mediante a ordem da principal moça, de nome Ártemis, as outras duas foram até Duncan e Nany, a fim de socorrê-los. O primeiro não tinha jeito, mas a segunda sim. Amy e Isabella, como foram chamadas, trataram da babá e a deixaram em casa junto do pai morto. Elas ficariam lá auxiliar a mulher e forjar uma morte plausível para o pai de Rebecca. Enquanto isso, a moça que ficara com a menina lhe deu uma breve introdução do que realmente ela era, ao passo em que a levava, montada num grande lobo branco, para um novo lugar: o Acampamento Meio-Sangue.
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Quione
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MensagemAssunto: Re: Reclamação Divina   Ter Ago 11 2015, 06:07




Analise de Ficha






Rebecca Blanchard



*Status: Aprovada
*Notas:
 Gostei da sua história, não vou fazer muitos comentários porque é uma ficha de reclamação. Só acho que você poderia ter explorado mais a aparência e a personalidade.
Bem vinda, filha de Atena

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Thomas Kaminsky
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MensagemAssunto: Re: Reclamação Divina   Ter Ago 11 2015, 22:06




Nome: Thomas Kaminsky.
   Idade: 15.
   Progenitor: Hipnos.
   Motivo da Escolha: Tenho vários motivos para a escolha de tal Divindade.Simplesmente ao ouvir apenas o seu nome pela primeira vez eu comecei a me interessar pela história de Hipnos, que rapidamente se tornou um dos meus deuses favoritos.Eu realmente poderia ter escolhido outros deuses mas preferi escolher um que fosse menos popular.
   Aparência:Cabelos demasiadamente desarrumados, olhos de cor negra.1,77 de altura, 80 quilos.Possuo uma aparência bem calma.
Personalidade:Tentando sempre ser o mais agradável possível para os que estão a minha volta.Pensativo, Inteligente , porém, estou sempre fazendo algumas coisas idiotas que podem causar desconfiança da última característica citada acima.Quando solitário procura ouvir música e escrever.
   Historia:O que fazer quando não se sabe a verdade que flutua ao nosso redor?O que é verdade e o que é mentira?O que é sonho e o que é realidade?Será que tudo o que tu vives e adoras é real?Ou é apenas uma mentira para esconder a dura realidade que nos assola?Lembre-se, não importa o quanto demore, o quanto você esconda, tudo virá a tona algum dia...
Fechei o caderno, e junto da caneta coloquei-os sobre minha escrivaninha, bem ao lado da cama.Eu havia apenas terminado de escrever apenas mais um de meus pensamentos, logo que tudo o que fora escondido, debalde fora descoberto.
Tudo começou há alguns meses, quando comecei a sonhar com a mesma cena todos os dias.Um homem, alto, loiro, usando roupas negras e no rosto um óculos bem grande e arredondado.E ao lado dele, o que me gelava a espinha era a cama ao seu lado, pois ela estava lá, Lana estava lá. Esta era minha amiga, minha melhor amiga, com a qual convivi na minha vida toda, quando menores, passávamos horas brincando juntos, até o anoitecer, até a hora do jantar, a hora de nossas mães gritarem nervosas pela janela para voltarmos para nossas casas, nos banhar e comer um ótimo jantar.Quando mais velhos, vivíamos um indo na casa do outro todo dia, ora estudar, ora nos divertir.Éramos inseparáveis.Um dia tempestuoso e frio.Estava eu lendo um bom livro, deitado sobre a cama, debaixo das cobertas.Minha mãe entrou no quarto, meio desesperada, meio triste e preocupada.
-Mãe... O que aconteceu?! - perguntara eu com desconhecimento total do que estava acontecendo.
-É a Lana...- tentava dizer minha mãe com voz trêmula.
-O que houve? Mãe, por favor, responda!- disse eu, já preocupado com o que poderia ter acontecido.
-Ela... Mo-morreu.-disse, sentindo todo o peso que carregava sendo passado para mim.
Naquele momento, entrei em um estado de fúria misturada tristeza, o choro escorria ao mesmo tempo que eu descia as escadas e corria até o jardim, eu não ligava pra chuva, pra um possível resfriado, para meu livro, não queria saber de mais nada.Me joguei na grama e deitado, chorei mais do que muitos vão chorar por aí.O enterro seria no outro dia.Ajudei a enterra-la, e coloquei a foto que ficaria no seu túmulo.Recebi de sua mãe um caderno que pertencia a Lana, ela disse que não havia lido o conteúdo e que eu deveria ler e quem sabe usa-lo.Este é o caderno do qual citei mais acima, o caderno do qual anoto meus pensamentos, ideias e mais o que me vier a cabeça.Depois disso fiquei por mais ou menos duas semanas num estado de depressão,vivia no computador, lendo e escrevendo.Numa simples manhã aceitei os fatos e vi que a vida deveria continuar.A morte havia sido num acidente de carro algumas horas antes de eu ter sido informado de seu falecimento.Voltando ao sonho, lá ela estava, dormindo, serena, com seus cabelos loiros bem ajeitados na cabeça encostada no travesseiro.Mas quem era aquele homem?Aquele homem que olhava para a garota e que alguns minutos depois se aproximava de mim e tapava minha visão com suas mãos.E fim.Nada mais acontecia pois nesse momento eu costumava acordar, ofegante e assustado.No último sonho eu pude ouvir a voz de Lana, a sua voz da qual eu sentia tanta saudade, eu pude ouvi-la, ela dizia meu nome e eu pude ver também o desconhecido homem deixando um sorriso escapar.Acordei num cemitério, bem ao lado do túmulo de Lana e mais uma vez, num rápido piscar de olhos pude ver o homem, na minha frente.Assustado e confuso, corri, corri o mais rápido que pude, chorando, com medo.Saí daquele cemitério e corri para casa.Lá estava minha mãe na porta de casa, dizendo que precisava conversar comigo e contar toda a verdade.E estou aqui agora me preparando para ir até o tal acampamento onde todos são como eu, um semi-deus.Foi um choque para mim mas ao mesmo tempo fiquei feliz ao saber o que aconteceu, o que eu sou.Eu sou Thomas Kaminsky, Prole de Hipnos.  
 Presentes de Reclamação:Espada Astral e Pijama de Guerra.


BY SASUKE NARA


Última edição por Thomas Kaminsky em Dom Ago 30 2015, 15:00, editado 2 vez(es)
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Kyle Lewis
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MensagemAssunto: Re: Reclamação Divina   Qua Ago 12 2015, 12:10

Nome: Kyle Lewis
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Progenitor: Thanatos
Motivo da Escolha: Por ele ser simplesmente, um dos meus deuses preferidos, e gostei muito de seus poderes e habilidades, logo tive interesse em ser filho de tal deus.
Aparência&Personalidade:
Possui um ar sombrio, que o envolve completamente, amplificado pelo seu silêncio quase que absoluto e sua seriedade demasiada. Para todos um enigma. Não suporta pessoas arrogantes como os filhos de Ares, nem que se acham superiores como as crias de Zeus, o deus patrono, sendo para ele seres com um grande ego. Sua pele e pálida como a neve do inverno, seu vasto cabelo liso e loiro recai sobre parte do rosto, sem interferir sua visão. Seus 60 kg são bem distribuídos pelo corpo, que mede 1,60 de altura. Sua pele e pálida como a neve do inverno, seu vasto cabelo liso e enegrecido recai sobre parte do rosto, sem interferir sua visão. Seus 60 kg são bem distribuídos pelo corpo, que mede 1,60 de altura. Seus olhos avermelhados, devido a um defeito genético, o diferencia das demais pessoas. seu vasto cabelo liso e enegrecido recai sobre parte do rosto, sem interferir sua visão. Seus 60 kg são bem distribuídos pelo corpo, que mede 1,60 de altura. Seus olhos avermelhados, devido a um defeito genético, o diferencia das demais pessoas.
Historia: As pálpebras se abriam aos poucos, tentando se adaptar a luminosidade presente que irritava seus olhos, que estavam já a um bom tempo fechados. Uma forte dor de cabeça lhe incomodava, pulsando em seu cérebro, parecendo que a qualquer hora viria a explodir. Não lembrava de nada o que havia acontecido, nem como tinha ido parar naquela grama úmida e esverdeada, em meio a algumas árvores não muito grandes, mas bastante cheias. Seu corpo, ainda entorpecido, se levantava até se sentar, sentindo uma certa dificuldade em fazer essa pequena ação simples. Suas memórias não lhe enchiam a mente, estava tudo em branco, tudo muito vago, não sabia o que havia acontecido.

O vento o soprava, e um cheiro de queimado lhe enchia o nariz. Olhou a sua volta tentando entender o que de fato aconteceu, mas não obteve muitas respostas. A sua volta só havia árvores, grama, pássaros e um carro batido em um tronco bem atrás dele, exalando uma fumaça cinza de dentro do capo do carro. Mesmo assim nada lhe veio à mente.

O sangue escorria pela testa até pingar em sua roupa. Sentia - se zonzo, sua visão um pouco embaçada graças ao choque contra o volante do carro. Não estava conseguindo raciocinar direito, mas seu instinto de sobrevivência e uma voz em sua cabeça lhe incentivavam a se levantar para procurar ajuda. Era uma voz calma, melancólica e sombria, mas que não o assustou, por pensar que se tratava de sua consciência. Seu corpo ainda fraco, sentindo dores musculares se levantava, erguendo - se de vagar a medida do possível. Quando assim se ergueu sem raciocinar muito bem, começou a andar.

Seus passos eram lentos durante os primeiros minutos de sua caminhada, mas aos poucos ia melhorando. A tonteira diminuía, assim como a dor de cabeça e a visão turva, ao mesmo tempo em que seu corpo ia recuperando aos poucos o seu vigor. Foi assim adentrando um pouco mais na floresta. Não era densa, mas tinha uma quantidade considerável de árvores. Gritos e ruídos estranhos começavam a aparecer, não eram reconhecidos, e isso o deixou curioso. Resolvi segui - lós, achando que poderiam ser de alguém que estivesse caçando e que pudesse vir a ajudar. Mal sabia ele que estava correndo perigo.

Alguns minutos a mais de caminhada até chegar a um ponto mais aberto da floresta, onde o sol tinha total liberdade para iluminar. Os gritos pararam repentinamente o deixando confuso, enquanto olhava a sua volta. Não havia ninguém ali presente, nem mesmo animais que deveriam estar perambulando de um lado ao outro. Era estranho, aparentemente eles tinham fugido de algo. Mas do que? Haviam rastros de destruição em alguns dos troncos, enormes marcas de garras muito bem afiadas. Nenhum urso, por maior que ele fosse teria tal capacidade. Foi naquele silêncio que algo repentino aconteceu. Uma lufada de ar atingiu suas costas, acompanhado de um grito sobrenatural dizendo algo que não fazia sentido algum.

-Ora o que temos aqui, mais um semideus para o almoço, como essas crianças pestilentas adoram facilitar meu dia, eu adoro isso. - Acompanhado da fala veio um sorriso maléfico, mas que por algum motivo não o abalou, apenas o intrigou.

O que de fato estava acontecendo? Ao sentir o vento e ouvir aquela voz vindos por trás, a única coisa que fez foi se virar. A cena foi impressionante e ao mesmo tempo horrenda, pois tal criatura repugnante o olhava enquanto sangue escorria pelo seu bico e suas asas, ainda abertas, se fechavam parcialmente aos poucos.

Não soube o que falar, o que pensar o que fazer. Estava em um estado de trance, como se estivesse estudando parte a parte da criatura. No entanto, a mesma estava faminta e pronta para dar o bote, já que sua refeição estava tão pensativa e aparentemente disposta a servir de alimento. Nesse instante, em milésimos de segundos, tudo aconteceu. A harpia se ergueu em um pequeno voo, seguindo diretamente até o rapaz. Que em um reflexo momentâneo cometido involuntariamente pelo seu próprio corpo, moveu - se impulsivamente devido à forte descarga de adrenalina em seu sangue para a esquerda, se jogando sobre o gramado enquanto o ar era cortado por uma flecha que passou rente ao seu rosto atingindo seriamente uma das asas da criatura, a fazendo cair de cara no chão.

-Mas o que significa isso? Quem ousa me atacar enquanto me alimento? - Resmungou após a queda, mas sem obter respostas.

Por pouco, mais muito mesmo não morreu. Ainda não entendia o que estava acontecendo ali, se tudo era real ou fruto de sua imaginação. Mas o tempo para raciocinar era curto demais, e a criatura voltava a se erguer mais furiosa que nunca. Porém seu tempo não a ajudou, pois, duas flechas seguidas voltaram a cortar o ar, atingindo diretamente o alvo. Sua cabeça. O corpo inerte caiu no chão, sangrando, com seus olhos agora vidrados, mortos. Aquela cena sim lhe deixou impressionado, mas não de uma forma ruim como se fosse uma cena de terror, mas de uma maneira familiar, como se a morte fizesse parte do seu ser, como se fosse a metade de sua alma. Nesse momento uma áurea negra lhe tomou por inteiro, assim como um símbolo que apareceu sobre sua cabeça e a voz dizendo. "Sinta a essência da morte meu filho, sinta a presença de seu pai, Thanatos. "

Não viu de onde os disparos vieram, até uma presença feminina aparecer ao seu lado com sua mão estendida em sua direção, pronta para lhe ajudar a levantar. Desconhecida, mas bela.

-Levante filho de Thanatos, você se encontra em grande perigo, temos que correr para o acampamento antes que cheguem mais daqueles monstros. - Se resumiu a ergue - o e leva - o para o acampamento meio sangue.

A jovem estremeceu por alguns segundos ao sentir a áurea sombria emanada pelo garoto enquanto via o símbolo da morte em sua cabeça. Percebeu ali que ele estaria em perigo caso não fosse direto para o acampamento. Por incrível que pareça ele havia chegado bem perto, não sabia ele que algo assim se escondia dentro da floresta o qual ele foi parar sem explicação, na verdade ele que não se lembrava. Ambos andaram em passos rápidos, até finalmente passarem pela barreira protetora do acampamento.

-Ei, que lugar é este? - Perguntou, querendo saber onde estava.

-Este é o acampamento meio sangue, onde todos os semi deuses, conhecidos como meio sangues, vem para treinar e ficarem protegidos. Mas quem é você? O que fazia na floresta? - Perguntou a menina após esclarecer sua dúvida.

-Não me lembro, só sei que me chamo Kyle, Kyle Lewis. - Seu nome era a única coisa de que lembrava.

-Certo, você deve ter batido a cabeça. Vamos até a enfermaria e depois até Quiron - caminhando, seguiram em frente.

Ali iniciava a jornada de mais um dos filhos de Thanatos, que sem memória procurava se lembrar do passado e criar um futuro para sua vida, que agora estava extremamente perigosa.
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Quione
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MensagemAssunto: Re: Reclamação Divina   Qua Ago 12 2015, 14:10




Analise de Ficha






Thomas Kaminsky



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❃ Atualizado ❃


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André Carvalho
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MensagemAssunto: Re: Reclamação Divina   Sex Set 11 2015, 19:32

Ficha De Reclamacão


Nome: André Carvalho
Idade: 15
Progenitor: Deméter
Motivo da Escolha: Pois se encaixara bem na trama, acho que apenas isso principalmente por poderes serem legais e "apelões"
~Aparência&Personalidade~

André possui cabelos loiros acastanhados, olhos castanhos como madeira, seu corpo é um pouco esportivo, nada exagerado, porém mais para o esportivo do que ao magrelo. Não possui tatuagens, marcas, pinturas nem nada do tipo, acha isso uma ofensa ao corpo, mas não descrimina quem as usa. Geralmente utiliza roupas brancas, calça jeans ou shorts. Sempre caminha com um colar em forma de folha.

André é extremamente extrovertido, exibido, otimista e convencido. Digamos que é aquele garoto que a maioria das meninas se apaixona. Porém não é apenas qualidades, e altamente medroso e um muito estranho. Geralmente os outros acham que algumas das coisas que ele faz são para fazer graça, quem dera, do modo que é desastrado e bom tirar objetos de vidro de perto.

~Historia~
André nunca teve uma vida das melhores, nunca conheceu sua mãe, a única coisa que sabe sobre ela era que possuía vários prémios de jardinagem, sim eu sei, muito emocionante, ao menos para André, que sempre adorou jardinagem. Seu pai, Edson Carvalho também gostava do meio  ambiente, porém principalmente de animais, não que ele não gostasse de plantas e tals, mas ainda assim entre escolher uma planta, ou um cachorro ele preferiria o cachorro, assim como todos humanos normais.  
Voltando a André, além de nunca ter conhecido sua mãe também haviam inúmeras "confusões" em sua vida desde falar com plantas, que para melhorar o levou a vários psicólogos, até avistar pessoas com apenas um olho, adivinhe? Mais psicólogos. Sua vida se baseia em psicólogos,  plantas , psicólogos e mais plantas, a vida que todos pedem a Deus certo? Errado, se você falou certo, procure um psicólogo, oque será bom para você, em todos os sentidos.  
Afinal, por que André era tão bizarro? Ninguém sabia, nem ao menos seu pai, que mal imaginava as linhagem divina de seu filho. Vou parar de enrolar, André é e sempre foi filho de Deméter, deusa da agricultura, ok, falar com as plantas não parece mais tão estranho. Mas como dito antes caso você tenha prestado atenção, nem seu pai sabia que ele tinha sangue divino.  
A vida seguia, nada de importante acontecia, bem, a não ser que idas ao psicólogo contem, mas acho que não. Afinal, como André descobriu sua origens divinas? Bem, e uma historia longa, senta que la vem historia.  

André estava andando pelos bosques, quando começou a ouvir vozes, de suas amiguinhas árvores, elas cochichavam baixinho, ele tentou ignora-las, como orientou seu psicólogo, porém a curiosidade prevaleceu. Ele se aproximou de um pinheiro, aparentemente bem antigo.  
-Ei, sr.Pinheiro, oque vocês árvores estão falando ai?  
Sim, ele falou com um pinheiro, que respondeu!  
-Ei André, Deméter mandou te darmos o endereço do acampamento meio-sangue, não poderei te explicar e tals, mas tipo, você e um semideus filho de Deméter, deusa da agricultura e tals, faça seu pai te levar lá e fale com Quíron, ou o Sr.D, mas ele e meio chato ok, ok, estou enrolando, faça seu pai te levar lá antes do mês que vem que será o mês de seu aniversario. "Falou" cara.
 
Para um árvore velha ele falava bastante gírias, mas isso não vem ao caso. André falou com seu pai e acabou o convencendo de que visitar la ia ser legal, tinha varias plantas, e seria um presente de aniversario adiantado, o velho cedeu depois de tantos pedidos.  

Ao chegar no acampamento encontrou uma enorme placa, com as inicias CHB, só podia ser la, um enorme e fantástico... acampamento de ferias, as arvores deviam estar e fazendo uma "trollada" com o André. O garoto entrou, sem problemas, avistou muitos campistas, fazendo suas atividades diárias, até que o local era legal, mas ele queria mesmo e saber oque la tinha de tão importante. Falou com o tal de Quíron, bem, tentou falar, quando descobriu que o cara era um homem cavalo acabou ficou meio sem graça. Tudo foi lhe explicado, muita informação para eu contar aqui, mas simplificando: deuses gregos existem, ele era filho de Deméter, aquele era o acampamento meio-sangue, onde os filhos dos deuses com humanos vão para se proteger de monstros que os caçam 24 horas. Foi mais difícil explicar isso ao pai dele, mas ao menos Quíron tirou um tempinho para falar com ele, e após algumas horas ele começou a entender.  

Mas isto é historia passada, já se fazem 2 anos desde que houve esta visita ao acampamento meio sangue. Atualmente ele já é um semideus completo, vejamos oque vem por ai na vida do maior frequentador de psicólogos do mundo.


~Presentes de Reclamação~
Vegeflute: É uma flauta de ouro especial para os filho de Deméter, com ela, as proles da agricultura conseguem fazer as plantas crescerem mais rapidamente e controlar a vegetação. Em uma luta, os filho de Deméter podem fazer o oponente se enrolar em cipós, dependendo da música que eles toquem os mesmos podem controlar a vegetação de um modo diferente. {Uma vez por luta ou missão}

Cajado primavera: Como o próprio nome já diz é uma cajado, ele é feito de prata e banhado a ouro e tem um encantamento colocado pela própria Deméter, esse encantamento, fez o cajado ter a habilidade de espinhos venenosos. Todavia que usar essa habilidade gasta muita energia do filho de Deméter e a precisão dos tiros muitas vezes é falha, sendo assim as chances de acertar mínimas. {Quantidade de energia que de gasta fica a escolha do narrador}

Atirador de Veneno: É uma arma de 9 milímetros que atira balas de madeira, porém quando essas balas acertam o oponente, ela solta um aroma de flores que faz o oponente sentir uma dor tão excruciante que ele pode chegar a desmaiar, entretanto gasta a metade da energia do semideus o deixando fraco. {uma vez por luta ou missão}

Créditos
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MensagemAssunto: Re: Reclamação Divina   Dom Set 13 2015, 18:02

Código:
   
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Analise de Ficha


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   André Carvalho

   *Status: Aprovado
   *Notas: Podia ter escrito muito melhor, utilizar de mais organização, pontuação e acentos. A história podia ter sido um pouco melhor e que demonstrasse mais coerência. Mas mesmo assim, não desista procure melhorar mais e mais.  

   Bem vindo, filho de Deméter
   

   


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MensagemAssunto: Re: Reclamação Divina   

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Reclamação Divina
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